O monitoramento da gripe aviária nos Estados Unidos ganhou novos capítulos após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) confirmar novos casos de H5N1 em granjas e rebanhos leiteiros. Com efeito, o órgão voltou a publicar dados oficiais de saúde animal que indicam que o vírus continua circulando no meio rural do país. Consequentemente, os produtores rurais voltaram a reforçar as medidas de contenção para proteger as suas criações.
Atualizações sanitárias do USDA e a pecuária leiteira
Atualmente, as autoridades mantêm uma vigilância rigorosa sobre a bovinocultura. Por exemplo, órgãos sanitários testaram positivo para o vírus em três propriedades localizadas nos estados do Texas e de Utah. Embora a confirmação desses novos focos mantenha o setor pecuário em constante alerta, os dados atuais indicam um ritmo de contágio menor do que nos picos dos dois anos anteriores, quando o patógeno foi identificado em bovinos pela primeira vez no país.
Impacto na avicultura comercial e em plantéis de fundo de quintal
Da mesma forma, o setor avícola comercial registrou novas ocorrências no último mês. Entre os principais focos, destacam-se:
- Dakota do Sul: O vírus atingiu duas propriedades comerciais. Por isso, as autoridades exigiram o abate sanitário de dezenas de milhares de aves para barrar a contaminação.
- Idaho: Além disso, técnicos identificaram focos do patógeno tanto em granjas comerciais quanto em criações domésticas de fundo de quintal.
Medidas de controle do H5N1 e risco à população
Para conter a propagação da doença, fiscais sanitários mantêm a testagem frequente em laticínios e a fiscalização rigorosa no transporte interestadual de bovinos. Por outro lado, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) reforçam que o risco de infecção para o público geral continua baixo. Portanto, o perigo permanece elevado apenas para trabalhadores rurais que possuem contato diário com os animais ou com ambientes contaminados. elevado apenas para trabalhadores rurais em contato diário com animais ou ambientes contaminados.
Fonte: Revista Feed & Food.
